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Petro denuncia bombardeio do Equador em território colombiano: '27 corpos carbonizados'

operamundi.uol.com.br By Tabitha Ramalho 2026-03-18 681 words
Petro denuncia bombardeio do Equador em território colombiano: '27 corpos carbonizados'

Presidente da Colômbia afirma que explosivos atingiram comunidades que substituíam plantações de coca por culturas legais

O presidente colombiano, Gustavo Petro, denunciou na terça-feira (17/03) que as operações aéreas militares realizadas pelo Equador na região da fronteira deixaram um saldo de 27 corpos carbonizados.

O líder colombiano classificou como "inconcebível" a posição de seu homólogo equatoriano, Daniel Noboa, que minutos antes negara qualquer incursão em território colombiano.

Em sua conta na rede social X, Petro enfatizou a gravidade da descoberta na área rural de Jardines de Sucumbíos. Segundo o chefe de Estado, as bombas atingiram comunidades que haviam se regularizado voluntariamente.

"Há 27 corpos carbonizados e a explicação não é credível. As bombas estão no chão perto de famílias, muitas das quais decidiram pacificamente substituir as suas plantações de folha de coca por culturas legais
", afirmou Petro.

Los bombardeos en la frontera de Colombia y Ecuador no parecen ser ni de los grupos armados, no tiene aviones, ni del la fuerza pública de Colombia. Yo no he dado esa orden.
Hay 27 cuerpos calcinados y la explicación no es creíble. Las bombas están en el piso cerca a familias,… pic.twitter.com/XStGFXhI2t
— Gustavo Petro (@petrogustavo) March 17, 2026

Los bombardeos en la frontera de Colombia y Ecuador no parecen ser ni de los grupos armados, no tiene aviones, ni del la fuerza pública de Colombia. Yo no he dado esa orden.

Hay 27 cuerpos calcinados y la explicación no es creíble. Las bombas están en el piso cerca a familias,… pic.twitter.com/XStGFXhI2t

— Gustavo Petro (@petrogustavo) March 17, 2026

O presidente descartou a possibilidade de as armas pertencerem a grupos irregulares — que não possuem capacidade aérea — ou às Forças Armadas da Colômbia, afirmando que, como comandante-em-chefe, não havia emitido nenhuma ordem nesse sentido.

A denúncia desta terça-feira sucede outra feita na segunda (16/03), quando Petro apresentou imagens de um grande dispositivo lançado de uma aeronave.

Imagens de um grande projétil metálico encontrado na vegetação da fronteira foram divulgadas. Em resposta, o ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez Suárez, confirmou o envio de especialistas militares para examinar o artefato.

"O objetivo é confirmar ou descartar a presença de uma bomba normalmente usada por aeronaves militares", explicou Sánchez. A meta é determinar a origem do projétil antes de proceder à sua destruição controlada.

Siguiendo instrucciones del señor presidente @petrogustavo, ya se encuentran tropas de nuestro @COL_EJERCITO en el lugar, desde donde reportan la ubicación de una posible bomba, empleada generalmente por aeronaves militares.
Las unidades militares adelantan la verificación… https://t.co/U2J91dAgtZ
— Pedro Arnulfo Sanchez S. Orgullosamente Colombiano (@PedroSanchezCol) March 17, 2026

Siguiendo instrucciones del señor presidente @petrogustavo, ya se encuentran tropas de nuestro @COL_EJERCITO en el lugar, desde donde reportan la ubicación de una posible bomba, empleada generalmente por aeronaves militares.

Las unidades militares adelantan la verificación… https://t.co/U2J91dAgtZ

— Pedro Arnulfo Sanchez S. Orgullosamente Colombiano (@PedroSanchezCol) March 17, 2026

Por sua vez, Noboa rejeitou as acusações, chamando-as de "falsas". O presidente equatoriano afirmou que as operações contra o crime organizado e a mineração ilegal são realizadas estritamente em território equatoriano, embora tenha admitido o uso de bombardeios como parte de uma estratégia que conta com "cooperação internacional" dos Estados Unidos.

Noboa instou a Colômbia a aumentar o controle sobre seu próprio território para conter a produção de narcóticos, argumentando que as gangues criminosas que assolam o Equador têm origem na Colômbia.

Desde el primer día hemos combatido al narcoterrorismo en todas sus formas: a los que operan en las calles y a los que, desde la política o incluso desde la función judicial, se prestan para proteger a los delincuentes.
Hoy, junto a la cooperación internacional, continuamos en…
— Daniel Noboa Azin (@DanielNoboaOk) March 17, 2026

Desde el primer día hemos combatido al narcoterrorismo en todas sus formas: a los que operan en las calles y a los que, desde la política o incluso desde la función judicial, se prestan para proteger a los delincuentes.

Hoy, junto a la cooperación internacional, continuamos en…

— Daniel Noboa Azin (@DanielNoboaOk) March 17, 2026

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