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Baratas: fábrica de pães interditada é autuada após reabrir

opovo.com.br By Alexia Vieira; Alexia-Vieira 2026-03-19 334 words
Com baratas, fábrica de pães interditada volta a funcionar e é autuada

Resumo

Fiscais encontraram pães com datas de fabricação posteriores à interdição e registros de pedidos realizados enquanto o local deveria estar fechado.

Apesar de mudanças iniciadas, a desinterdição foi negada porque a equipe de fiscalização ainda detectou focos ativos de baratas no estabelecimento.

A empresa tem 10 dias úteis para apresentar defesa antes da definição de penalidades

A fábrica de pães com infestação de baratas que foi interditada no bairro Carlito Pamplona no dia 10 de março foi novamente autuada pela Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis). O órgão constatou que a empresa voltou a produzir alimentos após a interdição. O nome do local não foi divulgado pela agência.

Em nova visita, realizada nessa quarta-feira, 18, a Agefis encontrou produtos expostos na área de venda com datas de fabricação posteriores à interdição, além de registros de pedidos realizados nos dias 12, 13 e 14 de março na área de preparo de alimentos.

Leia mais

Fábrica produziu alimentos mesmo após interdição de baratas

Também foram encontrados produtos armazenados na câmara de congelamento sem identificação de data de produção. O material foi apreendido por não apresentar condições de rastreabilidade e por ter sido produzido em ambiente classificado como insalubre.

A vistoria da última quarta-feira foi feita a pedido da própria empresa, que solicitou avaliação para possível desinterdição.

Fiscalização encontra novos focos de baratas no local

Segundo a Agefis, apesar de a empresa já ter iniciado adequações estruturais e melhorias nas condições de higiene de equipamentos e utensílios, a equipe fiscal identificou a permanência de focos de infestação de baratas no local, o que inviabilizou a desinterdição do estabelecimento.

Além de ser autuada por descumprimento de determinação da autoridade sanitária, a fábrica foi novamente enquadrada por comercializar alimentos sem as condições adequadas de higiene.

A empresa tem prazo de 10 dias úteis para apresentar defesa, conforme previsto na legislação municipal. Multas, cassação de licenças e alvarás só serão definidos após a conclusão do processo administrativo.

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