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Complexo Penitenciário de Itaitinga: morte é investigada

opovo.com.br By Lucas Barbosa; Lucas-Barbosa 2026-03-23 336 words
Itaitinga: morte de homem que teria tido surto em frente a presídio é investigada

Resumo

Em aparente surto psicótico, ele teria avançado sobre um policial penal

Alessandro foi conduzido à Delegacia de Horizonte, onde teria passado mal e morrido

Ele chegou a ser conduzido à UPA, mas não resistiu

Causa da morte de Alessandro não foi identificada

A Polícia Civil do Ceará (PC-CE) investiga as circunstâncias da morte de Alessandro Lima Soares Bezerra, de 29 anos, ocorrida na tarde da última quarta-feira, 18, em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Conforme a portaria de instauração do inquérito policial, à qual O POVO teve acesso, Alessandro morreu após ter um aparente surto psicótico em frente ao Complexo Penitenciário de Itaitinga I.

Conforme a portaria, policiais penais foram avisados por um advogado de que um homem em uma moto estava "atrapalhando o acesso de outras pessoas na entrada do presídio".

Os agentes de segurança foram até o local e ordenaram que ele saísse dali, mas Alessandro teria se negado e avançado contra um policial, ferindo um dedo da mão direita do agente.

Ainda de acordo com o documento, policiais conseguiram imobilizar Alessandro, que ficou mais calmo, mas ainda sem verbalizar. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Horizonte, também na RMF, ocasião em que teria passado mal.

Alessandro foi socorrido à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico, mas morreu.

Causa da morte não foi identificada

Conforme prontuário médico, policiais informaram aos profissionais de saúde que o paciente estava "sob efeito de substâncias ilícitas" e que, ao ser levado à delegacia, ficou esperando no "camburão".

Quando os policiais abriram o veículo, depararam-se com Alessandro desacordado e sem respirar. Não foi possível identificar a causa da morte, consta no prontuário.

A Polícia Civil requisitou exame cadavérico e toxicológico à Perícia Forense do Estado (Pefoce) para dar continuidade às investigações.

O POVO pediu mais informações sobre a ocorrência à Secretaria da Adminis
tração Penitenciária e Ressocialização (SAP), mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

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