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'Metida deliciosa': comi o funcionário do meu pai em rapidinha na cozinha

uol.com.br By Depoimento de Fran para Lebo Souza Colaboração para o UOL; Em São Paulo 2026-03-17 528 words
'Metida deliciosa': comi o funcionário do meu pai em rapidinha na cozinha

Meu pai é cozinheiro de um buffet. O forte deles são festas corporativas e casamentos. Quando eu tinha dias de folga, fazia uns bicos para ganhar um extra e ajudava o meu pai na limpeza.

Em um domingo qualquer, fui com meu pai preparar o local para um evento da semana seguinte. Ao chegar na cozinha industrial, conheci Raphael*. Ele tinha mais ou menos a minha idade, uns 25 anos. Gay flerta de um jeito diferente, então, ao chegar, fiquei impactado com a beleza dele. Senti que ele retribuiu dando uma apertada no pau.

O sinal estava ali e foi recíproco. Meu pai nos apresentou e ele foi um querido, muito educado. Naquele dia, trabalhamos umas oito horas e conversamos muito. Raphael era auxiliar de cozinha e estava estudando gastronomia.

Na sexta antes da festa, meu pai perguntou se podia contar comigo para ajudar, já que a demanda era grande. Dessa vez, topei não pela grana, mas pela possibilidade de reencontrar Rapha e, quem sabe, conseguir comer aquele cu no final do expediente.

Quando cheguei na cozinha, Rapha já chegou me abraçando e me dando um beijo no rosto. Ficamos flertando de uma maneira bem discreta, já que não queria que meu pai desconfiasse de nada.

Em determinado momento, meu pai precisou sair para comprar algumas mercadorias que tinham acabado. "Vocês dois tocam por aqui? Volto em uns 30 minutos, no máximo", disse. Coitado...

Mal sabia ele que tinha dado quase um passe livre para a gente. Assim que meu pai saiu, acho que demorou uns cinco minutos e Rapha veio na minha direção. Começamos a nos beijar e ele já colocou a mão no meu pau. O avental de cozinha sujo me deixou com o pau duro. Parecia aqueles pornôs baratos em que transam com o cozinheiro.

Retribuí e comecei a bater uma punheta gostosa para ele, que gemeu alto ali. Virei ele de costas e debrucei o corpo dele na bancada. Fui tirando a calça e a cueca e, de novo, comecei a fazer um cunete nele. Passar a língua naquele cu fez com que Rapha gemesse ainda mais alto.

Eu sabia que não tínhamos muito tempo, então já fui logo enfiando o meu pau naquele cu largo dele. Cu de quem já deu bastante. Comi ele ali com vontade e com pressa, com medo de ser pego pelo meu próprio pai. Enchi o cu dele de porra, foi uma delícia. Ele gozou também, óbvio. Acho até que ele se segurou para não gozar com a minha língua.

Depois da metida deliciosa que tivemos, deixamos tudo limpo para ninguém desconfiar. Meu pai voltou e não percebeu nada, é claro. Seguimos trabalhando normalmente até o final do expediente. Rapha, depois de um tempo, acabou saindo do buffet e foi trabalhar em um restaurante, mas até hoje flertamos pelas redes sociais.

*Os nomes foram alterados.

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