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Câmara marca votação da PEC do fim da escala 6x1 para 22 de abril

12 fontes · 16 Apr 2026

O presidente da Câmara Hugo Motta marcou para 22 de abril a votação da PEC que acaba com a escala 6x1 na Comissão de Constituição e Justiça. A votação estava prevista para esta quarta-feira (15), mas foi adiada após pedido de vista da oposição. Motta disse que vai manter o cronograma da PEC mesmo com o governo tendo enviado um projeto de lei alternativo com urgência constitucional.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala 6x1 já tramitava na Câmara antes do governo enviar projeto de lei alternativo sobre o mesmo tema. A escala 6x1 permite que trabalhadores laborem seis dias consecutivos com apenas um dia de descanso, dentro do limite constitucional de até 8 horas diárias e 44 horas semanais.

Onde discordam: 2 relatos parciais · 4 consensos Ver o que discorda →
O que mais se sabe A partir de documentos e dados públicos.

Governo busca alternativa mais rápida via projeto com urgência constitucional, enquanto parlamentares defendem o processo ordinário da PEC, gerando tensão sobre o controle da agenda na Câmara [2].

A votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6x1 foi marcada para 22 de abril na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, mas foi adiada após um pedido de vista da oposição [2]. Paralelamente, o governo federal enviou, na terça-feira, 14 de abril, um projeto de lei alternativo sobre o tema com regime de urgência constitucional .

A motivação central para a movimentação legislativa dupla não está explicitada em documentos primários recuperados, mas a análise das ações sugere uma disputa sobre o ritmo e a forma de tratar a matéria. A diarização indica que "o governo busca alternativa legislativa mais rápida à PEC (via projeto com urgência), enquanto parlamentares defendem o processo ordinário da PEC, indicando disputa sobre ritmo e controle da agenda legislativa" [2]. O deputado Joaquim Passarinho criticou a medida do governo, classificando a urgência como uma 'agressão' ao processo legislativo .

O mecanismo procedimental envolve a tramitação da PEC na CCJ, onde um pedido de vista da oposição causou o adiamento da votação marcada [2]. O deputado Hugo Motta afirmou que manterá o cronograma da PEC independentemente do projeto do governo . Há informação, porém sem consenso entre as fontes, de que Paulo Azi seria o relator da PEC na comissão .

As fontes primárias disponíveis não permitem esclarecer pontos fundamentais, como o conteúdo substantivo da PEC e do projeto alternativo, os identificadores oficiais dos processos ou as razões textuais e explícitas que fundamentam as ações de cada ator.

Fontes

  1. Busca por documento primário (Projeto de Lei Federal) retornou zero resultados. A ausência de conteúdo pode ser devido a identificador incorreto ou documento não disponível no momento da busca.
  2. Contexto jornalístico diarizado sobre a tramitação legislativa, contendo informações sobre marcação de votação, envio de projeto alternativo e declarações de parlamentares.

O que as fontes dizem

Consenso
4
todas as fontes concordam
Parcial
2
só uma ou duas reportam
Contestado
0
as fontes se contradizem

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Consenso

A votação da PEC do fim da escala 6x1 foi marcada para 22 de abril na CCJ

4 fontes
Consenso

A votação foi adiada após pedido de vista da oposição

2 fontes
Consenso

O governo enviou projeto de lei alternativo com urgência constitucional na terça-feira (14)

4 fontes
Consenso

Hugo Motta afirmou que vai manter o cronograma da PEC independente do projeto do governo

3 fontes
Parcial

Paulo Azi é o relator da PEC na CCJ

Reportado por: congressoemfoco.com.br O Globo Grande imprensa
Exclusivo não confirmado
1 fonte · toque para ver

Deputado Joaquim Passarinho criticou a urgência do governo, classificando-a como 'agressão' ao processo legislativo

⚠ apenas uma fonte — informação exclusiva, não confirmada

Reportado por: congressoemfoco.com.br

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Imprensa 12