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CPI do Crime Organizado rejeita relatório que pedia indiciamento de ministros do STF

28 fontes · 15 Apr 2026

A CPI do Crime Organizado rejeitou por 6 votos a 4 o relatório do senador Alessandro Vieira que pedia o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral Paulo Gonet. Antes da votação, três integrantes da comissão foram substituídos por parlamentares da base governista.

A CPI do Crime Organizado foi instalada em novembro de 2025 para investigar a atuação de facções criminosas no país, especialmente após uma operação policial no Rio de Janeiro que resultou em 121 mortes. Durante os trabalhos, a comissão focou no caso do Banco Master, investigando supostas relações entre ministros do STF e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira envolvida em escândalo de fraudes bilionárias.

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A comissão encerrou sem documento final após votação que barrou texto que sugeria responsabilização de magistrados, em decisão que expôs divisão política e falta de consenso sobre as conclusões do inquérito [1].

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado rejeitou, em 14 de abril de 2026, o relatório final apresentado pelo senador relator Alessandro Vieira, resultando no encerramento dos trabalhos sem um documento conclusivo [1]. O ato dissolveu a comissão sem que um relatório oficial fosse aprovado.

O documento primário recuperado não apresenta razões explícitas para a rejeição, mas o contexto indica que a proposta central do relatório — o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes — gerou forte divisão entre os senadores. Conforme a análise implícita da fonte, "a ausência de um relatório final indica falta de consenso sobre as conclusões da CPI" [1]. A menção aos indiciamentos de figuras do Judiciário sugere um embate político-institucional como pano de fundo da decisão.

O mecanismo foi uma votação em sessão da CPI, com o resultado registrado como "6 votos a 4" contra o relatório [1]. O protagonista foi o senador Alessandro Vieira, na função de relator, cujo texto foi submetido à apreciação dos membros da comissão. O presidente da CPI, Fabiano Contarato, conforme o consenso jornalístico, não votou, e houve substituição de membros antes da sessão, detalhes não confirmados pelo documento primário oficial.

Permaneceram sem resposta, tanto no documento oficial quanto nas fontes adjacentes disponíveis, questões cruciais sobre o processo. Não se sabe quais senadores votaram a favor ou contra, nem as razões formais alegadas por cada um durante a sessão. O conteúdo específico do relatório, além da menção genérica aos indiciamentos, e a possível inclusão do procurador-geral da República Paulo Gonet na proposta não são detalhados. Também não há registro de debate prévio à votação ou da composição completa da CPI no momento da decisão.

Fontes

  1. TV Senado — Notícia oficial, "CPI do Crime Organizado l Relatório final é rejeitado por 6 a 4": https://www12.senado.leg.br/tv/programas/noticias-1/2026/04/cpi-do-crime-organizado-l-relatorio-final-e-rejeitado-por-6-a-4

O que as fontes dizem

Consenso
4
todas as fontes concordam
Parcial
0
só uma ou duas reportam
Contestado
1
as fontes se contradizem

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Consenso

O relatório foi rejeitado por 6 votos contrários e 4 favoráveis

22 fontes
Consenso

O relatório propunha o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República Paulo Gonet

27 fontes
Consenso

Antes da votação, senadores Sergio Moro e Marcos do Val foram substituídos por Beto Faro e Teresa Leitão

12 fontes
Consenso

O presidente da CPI, Fabiano Contarato, não votou

7 fontes
Contestado

Número de páginas do relatório

3 fontes — "O relatório tinha 220 páginas": Agência Brasil Agência tvtnews.com.br Brasil de Fato
2 fontes — "O relatório tinha 221 páginas": Money Times Imprensa econômica Opera Mundi Partidário

Todas as fontes

Imprensa 28