Jason Miller, ex-conselheiro de Trump, criticou o ministro Alexandre de Moraes e Lula pela abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro. O inquérito investiga uma publicação de Flávio que associa Lula a Nicolás Maduro e menciona acusações de ligação com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
O inquérito foi aberto pelo ministro Alexandre de Moraes após representação da Polícia Federal que identificou publicação de Flávio Bolsonaro associando Lula ao ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro e a crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Jason Miller é ex-conselheiro de Trump que tem criticado decisões do STF e defendido a família Bolsonaro, comparando o caso ao que considera instrumentalização judicial durante o governo Biden nos Estados Unidos.
O ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura de investigação após publicação do senador que associa o ex-presidente a crimes graves, gerando reação internacional e debate sobre a atuação do Supremo.
O ex-conselheiro e aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, criticou publicamente a abertura de um inquérito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes contra o senador Flávio Bolsonaro. A investigação, conforme fontes noticiosas, foi aberta para apurar suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva [1].
A motivação do ato judicial foi uma publicação de Flávio Bolsonaro que associa Lula ao presidente venezuelano Nicolás Maduro e menciona crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A divergência sobre a data exata da abertura persiste: enquanto um veículo informa que o inquérito foi determinado na segunda-feira, 13, e tornado público na quarta, 15, outro afirma que a determinação ocorreu na própria quarta-feira, 15 [1].
Jason Miller, identificado pelo Wikidata como "American political adviser and CEO (born 1975)" [2], comparou o caso brasileiro com um relatório do Congresso americano de dezembro de 2024 sobre a instrumentalização do governo Biden. A Polícia Federal tem um prazo de 60 dias para se manifestar sobre o inquérito. Paralelamente, a Associação Lexum apontou falhas na decisão de Moraes, embora sua motivação específica para intervir neste caso não tenha sido detalhada publicamente.
O ministro relator Alexandre de Moraes, descrito no Wikidata como "Brazilian jurist, lawyer, politician and Justice of the Supreme Federal Court (STF) since 2017" [3], possui um extenso histórico processual. Dados do Escavador mostram que, em um dos registros indexados em seu nome, ele atua como relator em mais de 47 mil processos [4]. Flávio Bolsonaro, por sua vez, é descrito como "Brazilian politician, former state deputy of Rio de Janeiro and Senator of the Federative Republic of Brazil since 2019" [5].
A reação de uma figura ligada à política externa americana a um processo interno do STF amplifica o alcance do caso, que agora aguarda os trâmites legais e a manifestação da Polícia Federal.
Fontes
- Síntese agregada de múltiplas fontes noticiosas.
- http://www.wikidata.org/entity/Q28325403
- http://www.wikidata.org/entity/Q22294946
- https://www.escavador.com/nomes/alexandre-de-moraes-8f9ef52ac3
- http://www.wikidata.org/entity/Q10283057
O que as fontes dizem
Clique em qualquer afirmação para ver as citações e fontes primárias.
Jason Miller é ex-conselheiro e aliado do presidente Donald Trump
Alexandre de Moraes abriu inquérito para investigar Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula
A publicação de Flávio associa Lula a Nicolás Maduro e menciona crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro
Exclusivo não confirmado
1 fonte
·
toque para ver
Miller comparou o caso com relatório do Congresso americano de dezembro de 2024 sobre instrumentalização do governo Biden
⚠ apenas uma fonte — informação exclusiva, não confirmada
Exclusivo não confirmado
1 fonte
·
toque para ver
A Polícia Federal tem 60 dias para se manifestar sobre o inquérito
⚠ apenas uma fonte — informação exclusiva, não confirmada
Exclusivo não confirmado
1 fonte
·
toque para ver
A Associação Lexum apontou falhas na decisão de Moraes
⚠ apenas uma fonte — informação exclusiva, não confirmada
Data de abertura do inquérito