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Jason Miller critica inquérito contra Flávio Bolsonaro no STF

5 fontes · 17 Apr 2026

Jason Miller, ex-conselheiro de Trump, criticou o ministro Alexandre de Moraes e Lula pela abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro. O inquérito investiga uma publicação de Flávio que associa Lula a Nicolás Maduro e menciona acusações de ligação com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

O inquérito foi aberto pelo ministro Alexandre de Moraes após representação da Polícia Federal que identificou publicação de Flávio Bolsonaro associando Lula ao ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro e a crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Jason Miller é ex-conselheiro de Trump que tem criticado decisões do STF e defendido a família Bolsonaro, comparando o caso ao que considera instrumentalização judicial durante o governo Biden nos Estados Unidos.

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O que mais se sabe A partir de documentos e dados públicos.

O ministro Alexandre de Moraes determinou a abertura de investigação após publicação do senador que associa o ex-presidente a crimes graves, gerando reação internacional e debate sobre a atuação do Supremo.

O ex-conselheiro e aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, criticou publicamente a abertura de um inquérito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes contra o senador Flávio Bolsonaro. A investigação, conforme fontes noticiosas, foi aberta para apurar suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva [1].

A motivação do ato judicial foi uma publicação de Flávio Bolsonaro que associa Lula ao presidente venezuelano Nicolás Maduro e menciona crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. A divergência sobre a data exata da abertura persiste: enquanto um veículo informa que o inquérito foi determinado na segunda-feira, 13, e tornado público na quarta, 15, outro afirma que a determinação ocorreu na própria quarta-feira, 15 [1].

Jason Miller, identificado pelo Wikidata como "American political adviser and CEO (born 1975)" [2], comparou o caso brasileiro com um relatório do Congresso americano de dezembro de 2024 sobre a instrumentalização do governo Biden. A Polícia Federal tem um prazo de 60 dias para se manifestar sobre o inquérito. Paralelamente, a Associação Lexum apontou falhas na decisão de Moraes, embora sua motivação específica para intervir neste caso não tenha sido detalhada publicamente.

O ministro relator Alexandre de Moraes, descrito no Wikidata como "Brazilian jurist, lawyer, politician and Justice of the Supreme Federal Court (STF) since 2017" [3], possui um extenso histórico processual. Dados do Escavador mostram que, em um dos registros indexados em seu nome, ele atua como relator em mais de 47 mil processos [4]. Flávio Bolsonaro, por sua vez, é descrito como "Brazilian politician, former state deputy of Rio de Janeiro and Senator of the Federative Republic of Brazil since 2019" [5].

A reação de uma figura ligada à política externa americana a um processo interno do STF amplifica o alcance do caso, que agora aguarda os trâmites legais e a manifestação da Polícia Federal.

Fontes

  1. Síntese agregada de múltiplas fontes noticiosas.
  2. http://www.wikidata.org/entity/Q28325403
  3. http://www.wikidata.org/entity/Q22294946
  4. https://www.escavador.com/nomes/alexandre-de-moraes-8f9ef52ac3
  5. http://www.wikidata.org/entity/Q10283057
O que apuramos além das fontes (4)

O que as fontes dizem

Consenso
3
todas as fontes concordam
Parcial
3
só uma ou duas reportam
Contestado
1
as fontes se contradizem

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Consenso

Jason Miller é ex-conselheiro e aliado do presidente Donald Trump

2 fontes
Consenso

Alexandre de Moraes abriu inquérito para investigar Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula

4 fontes
Consenso

A publicação de Flávio associa Lula a Nicolás Maduro e menciona crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

4 fontes
Exclusivo não confirmado
1 fonte · toque para ver

Miller comparou o caso com relatório do Congresso americano de dezembro de 2024 sobre instrumentalização do governo Biden

⚠ apenas uma fonte — informação exclusiva, não confirmada

Exclusivo não confirmado
1 fonte · toque para ver

A Polícia Federal tem 60 dias para se manifestar sobre o inquérito

⚠ apenas uma fonte — informação exclusiva, não confirmada

Exclusivo não confirmado
1 fonte · toque para ver

A Associação Lexum apontou falhas na decisão de Moraes

⚠ apenas uma fonte — informação exclusiva, não confirmada

Contestado

Data de abertura do inquérito

1 fonte — "Inquérito foi determinado na segunda-feira (13) e tornado público na quarta-feira (15)": Gazeta do Povo Partidário
1 fonte — "Moraes determinou abertura na quarta-feira (15)": Revista Oeste Partidário

Todas as fontes

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