Lula criticou o Conselho de Segurança da ONU durante evento em Barcelona, chamando os cinco membros permanentes de 'senhores da guerra'. O presidente também pediu o fim do bloqueio americano a Cuba e criticou decisões unilaterais de guerra sem consulta à ONU.
O Conselho de Segurança da ONU é composto por cinco membros permanentes - Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido - que possuem poder de veto sobre as resoluções do órgão. O evento ocorreu durante a quarta reunião do Fórum Democracia Sempre em Barcelona, criado por líderes de esquerda em 2024 para fazer frente à onda mundial da direita radical.
Em evento progressista, presidente brasileiro ataca estrutura de poder da ONU e reitera apoio à ilha caribenha, enquanto Brasil, México e Espanha emitem comunicado conjunto.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva [1] criticou duramente a estrutura atual do Conselho de Segurança das Nações Unidas [2], classificando seus cinco membros permanentes – Estados Unidos [3], Rússia, China, França e Reino Unido – como 'senhores da guerra'. A declaração foi feita durante o evento 'Fórum Democracia Sempre', também identificado como '1ª Reunião de Mobilização Progressista Global'.
Lula defendeu o fim do bloqueio econômico que os Estados Unidos [3] – país localizado na América do Norte – mantêm sobre Cuba há décadas. O embargo americano, iniciado formalmente em 1960 e intensificado em 1962, constitui uma das principais barreiras ao desenvolvimento da ilha e é alvo de repetidas condenações na Assembleia Geral da ONU.
Paralelamente, Brasil [4], México [5] e Espanha [6] – países localizados respectivamente na América do Sul , América do Norte e Europa – divulgaram um comunicado conjunto sobre Cuba, reforçando uma posição diplomática coordenada. A ação ocorre em um contexto em que a presidente do México, Claudia Sheinbaum [7], propôs uma declaração conjunta contra qualquer intervenção militar em território cubano.
A crítica de Lula ao Conselho de Segurança reflete um posicionamento histórico brasileiro que defende uma reforma no organismo, ampliando a representação de países em desenvolvimento entre os membros permanentes. O presidente brasileiro, que atualmente cumpre seu terceiro mandato não consecutivo [1], utilizou o fórum internacional para reiterar sua agenda de política externa, que prioriza a autonomia e a integração regional.
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Lula criticou os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (EUA, Rússia, China, França e Reino Unido)
Lula chamou os membros permanentes do Conselho de Segurança de 'senhores da guerra'
Lula pediu o fim do bloqueio americano a Cuba
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Brasil, México e Espanha divulgaram comunicado conjunto sobre Cuba
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Claudia Sheinbaum propôs declaração conjunta contra intervenção militar em Cuba
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O evento foi identificado tanto como 'Fórum Democracia Sempre' quanto como '1ª Reunião de Mobilização Progressista Global'