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Lula defende fim imediato da escala 6x1 e confirma reunião com Motta

3 fontes · 23 May 2026
2 consensos · 2 parciais · 1 contradições

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta sexta-feira (22) a aprovação imediata da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, rejeitando propostas de transição gradual. A medida afetaria cerca de 14 milhões de brasileiros que ainda trabalham na escala 6x1 — seis dias por semana com apenas um dia de descanso.

Citações da imprensa (1)
Gov

"cerca de 14 milhões de brasileiros trabalham na escala 6x1, com apenas um dia de descanso — incluindo 1,4 milhão de trabalhadoras domésticas"

"Defendemos que a redução seja de uma vez, de 44 para 40 horas, e fim de papo, sem reduzir salário", disse Lula em entrevista ao programa Sem Censura da TV Brasil. O presidente criticou indiretamente a proposta do relator Leo Prates (Republicanos-BA), que prevê transição até 2029 com redução de uma hora a cada 12 meses: "Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer uma hora por ano. Aí é brincar de fazer redução".

Citações da imprensa (2)
Exame

"Defendemos que a redução seja de uma vez, de 44 para 40 horas, sabe? E fim de papo. Sem reduzir salário"

Exame

"Não dá para aceitar ficar quatro anos, sabe, para fazer uma hora por ano, meia hora por ano. Aí é brincar de fazer redução"

Lula confirmou reunião para segunda-feira (25) com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para negociar os termos do projeto. A apresentação do relatório de Prates na comissão especial, inicialmente prevista para esta semana, foi adiada por Motta para segunda-feira por falta de consenso sobre a regra de transição.

Citações da imprensa (1)
Carta Capital

"terá um encontro com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para discutir o tema na próxima semana"

Segundo dados do governo, cerca de 37,2 milhões de trabalhadores têm jornadas acima de 40 horas semanais, equivalente a aproximadamente 74% dos celetistas. O Ministério do Trabalho informa que dois terços dos trabalhadores brasileiros já operam na escala 5x2, enquanto cerca de 15 milhões ainda permanecem na escala 6x1.

Citações da imprensa (2)
Gov

"cerca de 37,2 milhões de trabalhadores têm jornadas acima de 40 horas semanais — o equivalente a aproximadamente 74% dos celetistas"

Gov

"Dois terços dos trabalhadores já estão na escala 5x2. Cerca de 15 milhões ainda permanecem na escala 6x1"

1. O que se sabe (2)

Lula defende implementação imediata da redução de jornada sem período de transição

2 fontes Carta Capital Exame

Reunião confirmada com Hugo Motta e Luiz Marinho para negociar termos do projeto

2 fontes Carta Capital Exame
2. Onde a cobertura é mais esparsa (3)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (2)

Proposta de Leo Prates prevê transição gradual até 2029 com redução de uma hora a cada 12 meses

Reportado por: Exame
Não cobriram: Carta Capital Jornal GGN

Governo resiste à proposta de permitir negociação individual para trabalhadores com renda superior a R$ 16 mil

Reportado por: Exame
Não cobriram: Carta Capital Jornal GGN

Versões em conflito (1)

Número de trabalhadores na escala 6x1

1 fonte — "Cerca de 14 milhões de brasileiros trabalham na escala 6x1": Gov
1 fonte — "Cerca de 15 milhões ainda permanecem na escala 6x1": Gov
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Qual a identificação formal do projeto (número, tipo, comissão responsável, relator oficial)?

    Por que ainda não se sabe: As fontes mencionam "projeto de lei" e "PEC" alternadamente, mas não especificam número formal nem tramitação detalhada

    Não cobriram: Carta Capital Exame Jornal GGN
  • Qual o impacto fiscal estimado da redução da jornada sem corte salarial?

    Por que ainda não se sabe: Nenhuma fonte apresenta cálculos de custo para empresas ou estimativas de impacto na economia

    Não cobriram: Carta Capital Exame Jornal GGN
  • Qual a composição atual da coalizão de apoio e oposição no Congresso?

    Por que ainda não se sabe: Fontes não detalham posição de partidos específicos nem mapeamento de votos necessários para aprovação

    Não cobriram: Carta Capital Exame Jornal GGN
  • Há risco de questionamento constitucional da medida?

    Por que ainda não se sabe: Nenhuma fonte menciona pareceres jurídicos sobre constitucionalidade ou possíveis ADIs

    Não cobriram: Carta Capital Exame Jornal GGN

Todas as fontes

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