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Ministro do STF Flávio Dino relata ameaça de morte por funcionária aérea

7 fontes · 19 May 2026
2 consensos · 1 parciais · 1 contradições

Uma funcionária de companhia aérea ameaçou de morte o ministro do STF Flávio Dino ao ver seu cartão de embarque, segundo relato que o próprio magistrado divulgou nas redes sociais nesta segunda-feira (18). A mulher disse a um agente de polícia judicial que queria xingar Dino, mas "se corrigiu: disse que seria melhor matar do que xingar", escreveu o ministro.

Citações da imprensa (1)
Correio do Povo

"Recentemente, uma funcionária de uma empresa aérea, ao olhar um cartão de embarque com meu nome, manifestou a um agente de polícia judicial a vontade de me xingar. Em seguida se corrigiu: disse que seria melhor MATAR do que xingar"

O episódio ocorreu em um aeroporto de São Paulo, confirmou o presidente do STF, Edson Fachin, em nota de solidariedade ao colega. Dino não revelou o nome da funcionária, da empresa aérea ou a data exata do incidente. "Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam da minha atuação no STF", afirmou.

Citações da imprensa (2)
Gazeta do Povo

"Segundo Fachin, o episódio ocorreu nesta segunda (18), no Aeroporto de São Paulo"

A Gazeta

"Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam da minha atuação no STF"

O ministro usou o relato para fazer um apelo às empresas por campanhas de "educação cívica" para funcionários, especialmente em ano eleitoral. Ele expressou preocupação que o "ódio" possa se alastrar e comprometer a segurança de aeroportos e voos. "Imaginemos se isso se alastra para outros segmentos de negócios: um cliente corre o risco de, por exemplo, ser envenenado?", questionou.

Citações da imprensa (1)
A Gazeta

"Imaginemos se isso se alastra para outros segmentos de negócios: um cliente corre o risco de, por exemplo, ser envenenado?"

O caso se soma a outros episódios recentes de hostilização a ministros do STF em aeroportos. Em julho de 2023, Alexandre de Moraes foi ofendido por brasileiros no aeroporto de Roma, caso que foi processado criminalmente e arquivado em dezembro de 2024 após confissão dos acusados, segundo o STF. Em 2018, Gilmar Mendes também foi hostilizado durante um voo de Brasília para Cuiabá.

Citações da imprensa (2)
Stf Official News

"De acordo com a denúncia, em julho de 2023, o ministro Alexandre de Moraes e sua família, ao tentarem acessar uma sala de espera para embarque do Aeroporto de Roma, foram abordados por um casal e seu genro, que passaram a ofender o ministro e seu filho com xingamentos"

Migalhas

"No último sábado, 27, o ministro do STF Gilmar Mendes foi hostilizado por passageiros de um voo que partiu de Brasília rumo a Cuiabá/MT"

1. O que se sabe (2)

Dino fez apelo para campanhas de educação cívica em empresas, especialmente em ano eleitoral

4 fontes A Gazeta Correio do Povo Gazeta do Povo Folha

Presidente Fachin manifestou solidariedade a Dino e condenou ameaças

4 fontes Correio do Povo Gazeta do Povo Folha O Globo
2. Onde a cobertura é mais esparsa (2)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (1)

O episódio ocorreu especificamente em aeroporto de São Paulo

Reportado por: Gazeta do Povo Jc O Globo

Versões em conflito (1)

Momento temporal da ameaça

2 fontes — "O episódio ocorreu na manhã de segunda-feira (18 de maio)": Jc Gazeta do Povo
3 fontes — "Dino descreveu o episódio como tendo ocorrido 'recentemente', sem precisar se foi no mesmo dia da postagem": A Gazeta Correio do Povo Folha
3. O que ainda não se sabe (3)
  • Qual companhia aérea empregava a funcionária que fez a ameaça?

    Por que ainda não se sabe: Dino optou por não revelar o nome da empresa, afirmando que seu objetivo não é pessoal, mas sim tratar de questão de 'interesse coletivo'

  • Quando exatamente ocorreu o episódio da ameaça?

    Por que ainda não se sabe: Dino referiu-se apenas como 'recentemente' em sua postagem de 18 de maio, sem especificar a data precisa

  • Houve registro formal da ameaça junto às autoridades policiais?

    Por que ainda não se sabe: Nenhuma fonte mencionou se o episódio foi formalmente reportado ou se haverá investigação policial

    Não cobriram: A Gazeta Correio do Povo Gazeta do Povo Folha

Todas as fontes

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