Karen Seabra, modelo e personal stylist, denunciou abuso sexual cometido por seu obstetra durante a primeira gestação. Segundo ela, o profissional fazia "comentários de cunho sexual e exames de toque de maneira inadequada ao longo das consultas de pré-natal", relatou ao A Tarde. A denúncia foi apresentada ao Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais e à Unimed BH. ✓
Citações da imprensa (1)
"Foi então que decidiu denunciar o caso à Unimed BH e também para o Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, além das redes sociais, com o objetivo de alertar outras gestantes."
Segundo o relato de Seabra, o médico realizava exames de toque vaginal em todas as consultas pré-natais, procedimento que ela inicialmente considerava padrão por ser mãe de primeira viagem. "Ele mandava eu colocar o roupão, deitar na maca e fazia os exames. Pegava na minha barriga, no meu peito e fazia o exame de toque em todas as consultas", afirmou. Os exames resultavam em sangramento e desconforto: "Eu sempre saía sangrando, um sanguinho rosa, e sentia cólica por causa do desconforto". ✓
Citações da imprensa (1)
"Segundo ela, o profissional passou a fazer comentários de cunho sexual e exames de toque de maneira inadequada ao longo das consultas de pré-natal. Ele mandava eu colocar o roupão, deitar na maca e fazia os exames. Pegava na minha barriga, no meu peito e fazia o exame de toque em todas as consultas. Eu sempre saía sangrando, um sanguinho rosa, e sentia cólica por causa do desconforto."
Protocolos médicos do Hospital das Clínicas da UFMG estabelecem que o "exame ginecológico completo" e "toque vaginal" devem ocorrer apenas "na primeira consulta" do pré-natal de risco habitual, não em todas as consultas. Seabra relatou também comentários sexuais do médico, como "essa barriga marcando, hein? As pessoas vão saber o que você anda fazendo". ✓
Citações da imprensa (1)
"• Exame ginecológico completo na primeira consulta. • Exame obstétrico: medida de altura uterina, manobras de Leopold, mensuração da frequência cardíaca fetal, toque vaginal."
Em uma das consultas, o profissional "introduziu dois dedos nela sem aviso prévio", segundo o relato. "No que eu gritei e falei 'ai, o que é isso? Tá me machucando', ele não parou. Continuou fazendo o movimento enquanto olhava para o meu rosto", relatou Seabra nas redes sociais, onde publicou o caso "como um alerta para outras mulheres". ≈
Citações da imprensa (1)
"Em uma das idas ao consultório, o profissional introduziu dois dedos nela sem aviso prévio. No que eu gritei e falei 'ai, o que é isso? Tá me machucando', ele não parou. Continuou fazendo o movimento enquanto olhava para o meu rosto"
Karen Seabra é modelo e personal stylist que denunciou abuso sexual por obstetra durante primeira gestação
Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.
Cobertos por apenas algumas fontes (1)
Protocolos médicos estabelecem que toque vaginal deve ocorrer apenas na primeira consulta pré-natal, não em todas
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Qual o status atual das denúncias apresentadas ao CRM-MG e à Unimed BH?
Por que ainda não se sabe: As fontes não informam se houve abertura de processo disciplinar ou investigação formal pelas instituições
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O médico foi identificado ou se pronunciou sobre as acusações?
Por que ainda não se sabe: Nenhuma fonte menciona a identidade do profissional ou resposta às alegações
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Há outras pacientes que relataram situações similares com o mesmo profissional?
Por que ainda não se sabe: As fontes não mencionam se surgiram outros relatos após a denúncia pública de Seabra