A policial Yasmin Cursino Ferreira foi efetivada como soldado duas semanas depois de atirar no peito de Thawanna da Silva Salmázio em Cidade Tiradentes, São Paulo. A Polícia Militar diz que não foi promoção, mas apenas adequação salarial prevista em nova lei. A policial está afastada e responde investigação.
Yasmin Cursino Ferreira estava na condição de Aluno-Soldado quando efetuou o disparo contra Thawanna da Silva Salmázio em Cidade Tiradentes, São Paulo. A Polícia Militar afirma que a mudança para Soldado não foi promoção, mas adequação salarial automática prevista na Lei nº 18.442, que unificou as graduações de soldado e garantiu equiparação remuneratória de R$ 480 a todos os policiais.
O que as fontes dizem
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Yasmin Cursino atirou no peito de Thawanna da Silva Salmázio em Cidade Tiradentes, São Paulo
A policial está afastada das funções e responde investigação
A PM nega que houve promoção e diz que foi adequação prevista na Lei nº 18.442/2026
O caso começou após o braço do marido de Thawanna encostar no retrovisor da viatura
Yasmin alegou ter recebido um tapa no rosto como justificativa para o disparo
A vítima esperou mais de 30 minutos por socorro médico
A causa da morte foi hemorragia interna aguda segundo o IML
Yasmin não usava câmera corporal no momento do crime
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A efetivação foi publicada no Diário Oficial em 17 de abril
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Yasmin tem 21 anos
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O ajuste salarial é de R$ 480
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