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STF forma maioria para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral

6 fontes · 22 Apr 2026

O STF está julgando Eduardo Bolsonaro por difamação contra a deputada Tabata Amaral. O caso surgiu depois que Eduardo publicou nas redes sociais em 2021 que o projeto de lei de Tabata sobre absorventes beneficiaria o empresário Jorge Paulo Lemann. Três ministros já votaram pela condenação.

O caso teve origem em outubro de 2021, quando Eduardo Bolsonaro publicou nas redes sociais alegações de que Tabata Amaral havia criado um projeto de lei sobre absorventes para beneficiar o empresário Jorge Paulo Lemann. Segundo o relator Alexandre de Moraes, nenhuma das afirmações tinha base factual, e Eduardo admitiu durante interrogatório no STF que não soube identificar a origem das informações que divulgou.

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Por unanimidade parcial, três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram pela condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por difamação contra a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). A pena proposta é de um ano de detenção em regime aberto e multa de aproximadamente R$ 126 mil.

O caso teve início em 2021, quando Eduardo Bolsonaro publicou em suas redes sociais que o projeto de lei de Tabata Amaral sobre distribuição de absorventes beneficiaria o empresário Jorge Paulo Lemann. A afirmação foi considerada difamatória pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou favorável à condenação [1].

Até o momento, votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino [2]. O julgamento ocorre no âmbito da queixa-crime apresentada por Tabata Amaral, que foi recebida pelo STF em 2021 [3]. Eduardo Bolsonaro admitiu ter feito as publicações, mas não soube identificar as fontes das informações que embasaram suas declarações.

Durante o processo, a defesa de Eduardo Bolsonaro questionou a imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes, alegando que ele teria participado do casamento de Tabata Amaral. O STF, no entanto, rejeitou a arguição de suspeição. Eduardo Bolsonaro encontra-se atualmente nos Estados Unidos e perdeu o mandato de deputado federal por faltas não justificadas, conforme informações sem consenso entre as fontes [2].

O julgamento segue em andamento, com possibilidade de recurso por parte da defesa.

Fontes

  1. PGR se manifesta favorável à condenação – consenso entre fontes.
  2. Consenso entre fontes: Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino votaram pela condenação; Eduardo Bolsonaro admitiu as publicações; pena proposta de 1 ano de detenção e multa de R$ 126 mil; Eduardo questionou imparcialidade de Moraes.
  3. STF recebe queixa-crime contra deputado Eduardo Bolsonaro por difamação. Disponível em: https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/stf-recebe-queixa-crime-contra-deputado-eduardo-bolsonaro-por-difamacao/
O que apuramos além das fontes (1)

O que as fontes dizem

Consenso
4
todas as fontes concordam
Parcial
2
só uma ou duas reportam
Contestado
0
as fontes se contradizem

Clique em qualquer afirmação para ver as citações e fontes primárias.

Consenso

Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino votaram pela condenação de Eduardo Bolsonaro

3 fontes
Consenso

A pena proposta é de um ano de detenção em regime aberto e multa de cerca de R$ 126 mil

2 fontes
Consenso

Eduardo Bolsonaro admitiu ter feito as publicações mas não soube identificar as fontes das informações

2 fontes
Consenso

Eduardo questionou a imparcialidade de Moraes por ter participado do casamento de Tabata Amaral

2 fontes
Parcial

Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato por faltas

Reportado por: jc.uol.com.br tvtnews.com.br G1.globo.com Grande imprensa
Parcial

A PGR se manifestou favorável à condenação

Silêncio de: CNN Brasil Grande imprensa jc.uol.com.br

Todas as fontes

Imprensa 6