← Back to feed

Government approves credit line for airlines to face rising costs

4 sources · 24 Apr 2026

The National Monetary Council approved Thursday (23) a new credit line for domestic airlines to deal with rising operational costs, mainly fuel. The money comes from the National Civil Aviation Fund and will be lent through BNDES, with terms of up to 5 years and 4% annual interest rate.

Brazil's airline sector has faced growing pressure due to rising operational costs, especially fuel, which represents one of the main expenses for airline companies. The National Civil Aviation Fund (FNAC) is a public fund focused on aviation sector development, and BNDES is the National Bank for Economic and Social Development responsible for operationalizing government loans.

Where they disagree: 5 consensus points See the disagreements →
What else we know From public documents and data.

Medida visa evitar repasse imediato de custos aos consumidores e mitigar riscos de descontinuidade operacional no setor aéreo, segundo o CMN [1].

O Conselho Monetário Nacional aprovou em 23 de abril de 2026 uma linha de crédito para capital de giro de empresas de transporte aéreo regular doméstico, com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) operacionalizados pelo BNDES ou outras instituições financeiras habilitadas [1]. A resolução CMN nº 5.297/2026 prevê prazo de reembolso de até 60 meses, carência de 12 meses e taxa de 4% ao ano ao FNAC, acrescida de encargos bancários .

A decisão do colegiado, presidido pelo ministro da Fazenda Dario Durigan e composto pelo presidente do Banco Central Gabriel Galípolo e pelo ministro do Planejamento Bruno Moretti, tem como fundamento explícito "mitigar os efeitos de choques recentes sobre os custos operacionais do setor, especialmente aqueles relacionados à elevação dos preços de combustíveis" [1]. O objetivo, conforme o comunicado oficial, é "contribuir para a manutenção da oferta de transporte aéreo e da conectividade nacional, reduzindo a necessidade de repasse imediato de custos aos consumidores e mitigando riscos de descontinuidade operacional no setor" .

A linha é reembolsável e sem garantia do Tesouro Nacional, transferindo o risco de crédito para as instituições financeiras operadoras [1]. Ela se soma a um apoio orçamentário de R$ 4 bilhões aprovado em dezembro de 2024, também com recursos do FNAC e operação pelo BNDES, com o objetivo de estimular o setor e ampliar rotas regionais, conforme anunciado pelo Ministério de Portos e Aeroportos [2].

As fontes primárias disponíveis não informam o montante total disponibilizado pela nova linha, nem os critérios de elegibilidade das empresas aéreas ou limites de encargos bancários. Também não há detalhes sobre eventual necessidade de aprovação de outras instâncias.

Fontes

  1. Ministério da Fazenda — "CMN aprova linha de crédito para capital de giro no setor aéreo com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil" (23/4/2026): https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/cmn-aprova-linha-de-credito-para-capital-de-giro-no-setor-aereo-com-recursos-do-fundo-nacional-de-aviacao-civil
  2. Ministério de Portos e Aeroportos — "Aviação civil brasileira contará com R$ 4 bi para desenvolvimento do setor aéreo e criação de novas rotas" (26/12/2024): https://www.gov.br/portos-e-aeroportos/pt-br/assuntos/noticias/2024/12/aviacao-civil-brasileira-contara-com-r-4-bi-para-desenvolvimento-do-setor-aereo-e-criacao-de-novas-rotas
What we added beyond the sources (4)

What the sources say

Consensus
5
all sources agree
Partial
0
only one or two report
Disputed
0
sources contradict each other

Click any claim to see the source quotes and primary documents.

Consensus

CMN approved credit line for airlines on Thursday (23)

4 sources
Consensus

Resources come from National Civil Aviation Fund and will be lent through BNDES or authorized banks

4 sources
Consensus

Loans have terms of up to 5 years, grace period of up to 1 year and cost of 4% per year plus bank fees

4 sources
Consensus

Loans have no government guarantee

4 sources
Consensus

Measure was created to address rising fuel costs

4 sources

All sources

Press 4