Lula gave an interview to German magazine Der Spiegel published on Thursday (16) in which he stated that Trump was not elected 'emperor of the world' and cannot keep threatening other countries with war. The Brazilian president departed the same day for an official trip to Europe with commitments in Germany, Spain and Portugal.
This interview takes place amid growing international tensions and a history of trade conflicts between Brazil and the United States, including tariffs imposed by the Trump administration on Brazilian products between April and August 2025. Lula had made a similar statement in July 2025 when he criticized the US tariffs, prompting a response from the White House.
Em entrevista coletiva, presidente fundamenta crítica a Trump e apelo por reunião sobre Irã na necessidade de paz e governança multilateral, atribuindo guerra na Ucrânia à falha do Conselho de Segurança e buscando reposicionar o país como ator de peso [1].
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista coletiva a correspondentes estrangeiros no Palácio do Planalto em 2 de agosto de 2023, articulou uma crítica ao unilateralismo internacional e defendeu uma atuação mediadora do Brasil, incluindo a convocação de uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre o Irã e a reforma do próprio conselho [1]. A transcrição oficial da Presidência da República registra o discurso, que também anunciou o relançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e uma cúpula amazônica.
A fundamentação central para a postura crítica e mediadora reside na avaliação de que o Conselho de Segurança da ONU falhou em seu papel. Lula afirmou que "essa guerra [na Ucrânia] deveria estar sendo discutida na ONU" e que "o papel do Brasil é esse, é o de tentar construir, junto com outros países, uma proposta de paz" [1]. Ele vinculou a busca pela paz à necessidade de redirecionar recursos, argumentando que "se esse dinheiro [gasto na guerra] fosse aplicado para combater a fome, certamente esse dinheiro daria para acabar a fome" . A crítica implícita a ações unilaterais de potências se alinha a essa defesa do multilateralismo como via para a paz.
O ato foi produzido através de uma entrevista coletiva (café da manhã) concedida a correspondentes estrangeiros, um mecanismo de comunicação oficial direta [1]. Os protagonistas identificados no documento são o próprio presidente Lula; o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, citado como porta-voz da posição brasileira; e Celso Amorim, designado como "enviado especial para assuntos bélicos", indicando uma estrutura dedicada à mediação . O ministro da Comunicação, Paulo Pimenta, também é mencionado, sinalizando o caráter coordenado da divulgação .
As fontes primárias disponíveis não detalham propostas concretas ou termos de negociação para a paz na Ucrânia, apenas a intenção de mediação. Também não especificam os nomes de todos os países convidados para a cúpula amazônica ou os detalhes dos projetos do novo PAC. Permanece uma lacuna sobre a data exata da viagem internacional mencionada na notícia (entre 17 e 21 de abril), pois o documento primário recuperado é de agosto e não aborda esse deslocamento específico.
Fontes
- Presidência da República — Transcrição integral da entrevista coletiva do presidente Lula a correspondentes estrangeiros: https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevista-do-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-em-cafe-da-manha-com-correspondentes-estrangeiros
What the sources say
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Lula stated that Trump was not elected 'emperor of the world' and cannot keep threatening other countries with war
Lula asked the leaders of China (Xi Jinping), Russia (Vladimir Putin) and France (Emmanuel Macron) to convene a UN Security Council meeting about Iran
Lula defended reform of the UN Security Council to include new permanent members
Trip occurs between April 17 and 21
Interview source