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Indígena de 50 anos é preso por estupro da filha-neta de 12 anos no Amazonas

2 fontes · 23 May 2026
1 consensos · 1 parciais · 0 contradições

Um indígena de 50 anos foi preso na quarta-feira (20) na comunidade Bacuri, no município de Tapauá (AM), suspeito de estuprar a própria filha-neta de 12 anos. A adolescente engravidou do acusado e estava com seis meses de gestação quando o caso veio à tona, segundo a Polícia Civil do Amazonas.

Citações da imprensa (1)
A Crítica

"Um homem indígena, de 50 anos, teve um mandado de prisão cumprido em seu desfavor nesta quarta-feira (20), investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, cárcere privado e abandono intelectual da filha-neta, uma adolescente de 12 anos. O crime aconteceu na comunidade indígena Bacuri, localizada na região do Médio Juruá, no município de Tapauá"

De acordo com as investigações da 80ª Delegacia Interativa de Polícia de Beruri, a vítima é filha-neta do suspeito porque nasceu de "consecutivos estupros" que ele teria praticado contra a própria filha ao longo dos anos. O delegado Jailton Santos informou que o homem "escondia a menina da equipe de saúde e dos próprios familiares" e só foi descoberto após insistência da equipe de saúde indígena para acompanhamento médico.

Citações da imprensa (1)
A Crítica

"De acordo com as investigações, a vítima é filha-neta do suspeito, visto que a jovem é fruto dos consecutivos estupros praticados por ele ao longo dos anos contra a própria filha. O suspeito escondia a menina da equipe de saúde e dos próprios familiares."

As investigações apontam ainda que o suspeito "oferecia a menina, em troca de dinheiro, para outros indígenas da comunidade". Uma operação policial foi realizada em abril, mas o homem havia fugido para área de mata. A prisão foi executada em ação conjunta entre a Polícia Civil e o Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar do Amazonas.

Citações da imprensa (1)
A Crítica

"Ainda de acordo com as investigações, o homem oferecia a menina, em troca de dinheiro, para outros indígenas da comunidade. Após o caso vir à tona, uma operação policial foi realizada no mês de abril, mas o suspeito conseguiu fugir em uma área de mata."

1. O que se sabe (1)

Vítima é filha-neta do acusado, resultado de abusos anteriores contra sua filha

1 fonte A Crítica
2. Onde a cobertura é mais esparsa (1)

Cobertos por apenas algumas fontes, ou onde os relatos divergem.

Cobertos por apenas algumas fontes (1)

Suspeito oferecia a menina em troca de dinheiro para outros da comunidade

Reportado por: A Crítica
Não cobriram: A Tarde
3. O que ainda não se sabe (4)
  • Qual é a situação atual da adolescente vítima e de sua gravidez?

    Por que ainda não se sabe: As reportagens mencionam que ela estava grávida de 6 meses quando descoberta, mas não informam sobre cuidados médicos ou proteção posterior

    Não cobriram: A Crítica A Tarde
  • Que proteções específicas para indígenas em contato com o sistema de justiça criminal foram aplicadas neste caso?

    Por que ainda não se sabe: Nenhum dos outlets reporta se foram disponibilizados intérpretes, se houve consideração do pertencimento étnico, ou se o Estatuto do Índio foi aplicado

    Não cobriram: A Crítica A Tarde
  • Houve outros indígenas da comunidade envolvidos como compradores?

    Por que ainda não se sabe: A investigação indica que o suspeito oferecia a menina em troca de dinheiro, mas não há detalhes sobre outros possíveis crimes conexos

    Não cobriram: A Crítica A Tarde
  • Como o sistema normativo indígena da comunidade Bacuri se relaciona com este caso?

    Por que ainda não se sabe: Não há informações sobre se lideranças indígenas foram consultadas ou se há conflito entre jurisdições

    Não cobriram: A Crítica A Tarde

Todas as fontes

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